Linha 01

Logística reversa de equipamentos de telecomunicações

Agendamento, coleta, transporte, triagem, reparo, armazenagem e destinação final ambientalmente adequada, operados como um fluxo só e documentados etapa a etapa.

Enquadramento legal

Por que a logística reversa deixou de ser opcional

Lei 12.305/2010

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Em resposta à demanda crescente das empresas, governo e sociedade pela criação de alternativas estruturadas para a coleta e o tratamento adequado dos eletroeletrônicos no fim da sua vida útil, o Grupo M Barbera foi criado para a logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos.

Tendo como objetivo principal auxiliar as empresas no atendimento à Lei 12.305/2010, nossa proposta é operacionalizar a logística reversa de forma coletiva, o que sai mais eficiente e mais econômico do que cada empresa montar a sua.

Atuando com parceiros de reconhecida experiência no ramo, contratamos e coordenamos os serviços de coleta, transporte e destinação final ambientalmente adequada dos eletroeletrônicos descartados, garantindo confiabilidade e segurança no atendimento às exigências legais.

Com isso, contribuímos para a integração da logística reversa nas ações de política industrial do setor eletroeletrônico, além de promover a economia circular, visando a geração de valor e a redução de custos.

O ciclo

Seis etapas entre a retirada e a destinação correta

Cada equipamento que sai de campo passa por um caminho documentado. É isso que transforma uma coleta em conformidade, e um passivo em ativo.

  1. Agendamento

    Roteirização a partir do volume e da localização dos ativos.

  2. Coleta

    Retirada em campo, com registro de origem e responsável.

  3. Transporte

    Movimentação até a unidade, monitorada em tempo real.

  4. Triagem

    Classificação por condição e destino.

  5. Recuperação

    Reparo, recondicionamento e armazenagem.

  6. Destinação

    Reinserção no ciclo ou destinação ambientalmente adequada.

O que retorna

Equipamentos que operamos

Todo eletroeletrônico de telecomunicações que sai do cliente final tem um caminho de volta. Estes são os grupos que mais circulam nas nossas operações.

  • 01

    Modems e roteadores

    CPE de banda larga em geral

  • 02

    ONUs e ONTs

    Terminais ópticos de rede

  • 03

    Decodificadores

    Set-top boxes e receptores

  • 04

    Equipamentos de rede

    Switches, repetidores e afins

  • 05

    Cabos e acessórios

    Fontes, controles e conectores

  • 06

    Baterias e fontes

    Componentes de alimentação

Por que importa

O retorno do ativo é resultado, não custo

Logística reversa bem operada resolve três coisas ao mesmo tempo: obrigação legal, recuperação de capital e impacto ambiental.

01

Conformidade demonstrável

A Lei 12.305/2010 responsabiliza toda a cadeia pelo retorno do produto após o uso. Operamos o fluxo que dá conta dessa obrigação e o documentamos etapa a etapa.

02

Redução de CAPEX

Equipamento recuperado é equipamento que não precisa ser comprado. Maximizamos a recuperação e a valorização dos seus ativos em vez de tratá-los como descarte.

03

Rastreabilidade ponta a ponta

Tecnologia de monitoramento em tempo real: você sabe o que saiu, de onde, por onde passou e qual destino recebeu. Sem lacuna na cadeia de custódia.

04

Economia circular

Reinserir um ativo no ciclo é melhor que reciclá-lo, e reciclar é melhor que descartar. Trabalhamos nessa ordem, sempre.

Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre chegam

É o caminho de volta do equipamento: tudo o que sai do cliente final (modems, roteadores, ONUs, decodificadores e acessórios) precisa retornar, ser classificado e receber o destino certo. Parte volta a operar depois de recuperada, parte segue para destinação final ambientalmente adequada. O Grupo M Barbera opera esse fluxo inteiro.

Próximo passo

Vamos desenhar a sua operação reversa

Conte o volume, a dispersão geográfica e o tipo de equipamento. Retornamos com um desenho de operação e uma estimativa de recuperação de valor.